quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ali.viada...

Acordei aliviada, era manhã de quinta-feira e final de agosto, como se diz: des.gosto!
Mas o Set - Em - Bro chegou e tudo mudou.
Agora o Set (remix) é meu,
E só Eu para explicar o que aconteceu com meu Eu.
Transformações bruscas de sentimentos misturadas com Set - mento (meu set X meu sentimento), tornando-se uma música dentro de mim.
Como eu digo sempre: a minha vida tem uma trilha sonora, o que tocar Eu danço. E se vc não dança, dançou... rs  
Eu mesma dancei varias vezes mesmo não sabendo o ritmo certo, mas não perdi a dança. Sabia que o importante era fazer a diferença mesmo sendo diferente, e que nada iria mudar!
Apenas passos, e passos. E os meus não são manipulados!
Pois vivo para o abraço, abraçar o mundo sem disfarce. Com a capacidade de conhecer o desconhecido, dar chances para o novo. Pois existe!
Hoje o novo faz parte do meu disfarce, pois o antigo não era minha face. E hoje face a face com a realidade, lanço a verdade.
A verdade é uma só, e é a que Eu sinto. 
Porém sentir é a verdade mais dolorosa que existe, o sentir é muito mais forte do que meu Eu, e existe. O existir faz e fez transformações em mim, assim como em vc! Acredite...
Viver, mas não viver. É algo inexplicável, mas existe. Vivi, mas não vivi. Mas aprendi que da existência tiro o (vi), pois já vivi e vi passando ali...
Agora o entender é mais fácil e menos complexo. 
Existem dois lados: o real e o virtual, o que somos e o que criam a nosso respeito. Uma visão que pode ocorrer inúmeros entendimentos e opiniões diferentes, mas sempre a primeira impressão é a que fica!
A impressão que levo dessa minha vida é única, acreditar numa verdade enganosa (viver algo verdadeiro acreditando ser um engano) e acreditar na enganosa verdade (viver algo enganoso acreditando ser a verdade)...
 Pois ambas pode ser simples, mas provoca transformações bruscas em nosso ser. Ser Eu é o que costumo fazer. Levo comigo um conceito e sempre dito por respeito: Livre-arbítrio é o que levo no meu peito.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Eira, passageira...

Sou uma louca, aventureira e passageira...
Esperando a eira passar,
Ar que respiro, ar que suspiro ... Por você piro.
Eira , iro que espero até anoitecer,
Para vê a lua, pois é o mesmo que vê você!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Não, não e não...

Peguei a estrada há muito tempo, nem sabia o que tinha por vim. Passei por muitos lugares e nem ao menos percebi.

Não quero uma verdade enganosa, quero um engano verdadeiro. Vou revirar-me do avesso pra ver se me perco. Perco de você, e me acho. Eu não me vejo mais, Eu não me reconheço, Eu não me encontro, Eu acho que não existo.

Será que existo?

Mas se acho me perco.

E se perco me acho.

Sou Eu do avesso, reviro-me toda para ver se me conheço.

Acho que conheço o que desconheço o desconhecido Eu conheço e aceito.

Aceito o conceito do espelho, quando olho e vejo meu reflexo e não vejo direito.

Meu Eu some,

Meu Eu que não existe,

Meu olhar que não brilha,

Meu sorriso que não sorrir,

Minha alegria que não vejo mais...

Pois meus olhos estão fechados, só enxerga o que quer ver. Alias meus olhos estão em alerta, vejo tudo isso ao meu redor, mas não sou Eu que estou cega e sim a sociedade.

Não sou Eu que não me encontro, e sim a sociedade que se perde neste vasto mundo.

Estou sentindo-me uma estranha, não conheço meu Eu. Quero fugir de mim. Não quero mais ser Eu, minha identidade não importa ser Eu me sufoca... Quero uma realidade suposta a de um idiota que corre na rua e pisa na bosta, bosta de realidade inventada.

Enquanto isso vê o que vejo e não posso mostrar para o mundo o espelho. O reflexo que Eu vejo não é aceito, puro preconceito que não é de direito. Respeito o que vejo e me perco, porque ninguém é perfeito. E livre arbítrio é o meu conceito...

dO.eU.aLéM

                                                     


                                                          http://doeualem.blogspot.com/