sábado, 5 de fevereiro de 2011

_Guarda sentimento...

Decifra-me ou devoro-te...


Este é o único lugar em que me sinto segura. Aqui deposito todas as minhas palavras, seja ela de angustia ou de felicidade...
Há quem duvide de meus sentimentos, da minha dor e até mesmo do meu viver.
Isso é normal, até eu tenho duvidas de minha existência, porque você não teria duvidas da minha amizade ou do meu amor?
È, sou uma chata, sou vingativa, sou orgulhosa, sou teimosa, sou persistente, sou uma interrogação, sou uma exclamação, sou uma vírgula, sou um ponto qualquer no seu viver e no meu entender sou só mais um ser neste vasto mundo sem querer entender. Onde sou a boazinha ou a malvada.
Era isso que queria ouvi de mim, neh?
Mas confesso que tenho medo até de mim, por isso não exponho meus sentimentos, nem pra você e nem mesmo pra mim.
Aqui é o único lugar onde você pode me encontrar e tentar me decifrar.
Essa é minha fuga, fuga interna.
Mas prometo que vou tentar mudar, mas por mim.
E não tente me mudar, porque minha revolta pode ser maior.
Primeiro eu,
Segundo eu,
Terceiro eu...
Eu quero a mudança, mas não depende só de mim.
E colocar-me no lugar dos outros seria os outros e não a mim.
Fiz isso até pouco tempo, até observar que os outros são outros e que devo cuidar de mim.
Sofri e sofro por antecipação até hoje, por tentar ser o que sou, mas isso não é o suficiente.
As pessoas cobram demais, e faz de menos, é essa a verdade.
A verdadeira verdade está guardada a sete chaves.
Seja leal com você mesmo (a) e busque dentro de você a verdadeira verdade...

_Sete...

Poderia colocar um post em branco? Sim ( ) Não ( )  Os dois ( )
                 No vazio de uma bolha do meu viver...       [  ]

Mas pode ser [7] sete,
                                                    Sete notas,
                                                                Sete ondas,
                           Sete linhas,
 Sete mistérios,
                                                             Sete dias,
                       Sete anos,
                                           Sete vidas...      
                  
Para entender os sets dos sentimentos que me ensina a viver!
E vivendo, conhecendo o desconhecido que habita em mim,

Que me fortalece,
Que me envaidece.                      Que me enlouquece,
Que permanece. Que amanhece,
Que me entorpece,
Que me conhece...

E deixa-me viver, mesmo com as duvidas e sem entender. Mesmo conhecendo o conhecer, isso me leva além do entender...
Mesmo sem saber, o caminho me leva a você!

Não adianta esconder-se,
Não adianta fugir,
Não adianta esquecer,
Não adianta morrer,
Pois todos os dias morro,
Mato sentimentos,
Mato você,
Mato o dia,
Pois sei que no amanhã vai ter outro amanhecer,
E aí você vai entender o porquê de tanto amor,
Amor além do eu,
È um fim sem fim,
É um recomeço sem começo,
È a eternidade que mereço...


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

_ Choque...

Sabem o que eu acho disso tudo?
Que nem eu, nem você, nem ninguém vai descobrir a dádiva que Deus deixou: o ‘entender’.
Entender, entender pra que?
O que devemos é viver, aprender e sobreviver.
Às vezes acho que devo tomar um choque, qualquer tipo de choque para acordar desse mundo imaginário, por pensar que as pessoas podem mudar e que buscam os mesmo ideais que eu. Sou uma boba mesmo.
Não sei por que todos falam em (mesmos direitos, direitos iguais) se nem mesmo sabem lidar com a sua própria ignorância vivendo num mundo totalmente eclético.
Cada um é cada um.
Conceito é você que cria, portanto você é a própria ignorância do seu pensar.
Porque pensar, que só porque o outro acha você deve achar também?
Tenha sua própria opinião, pelo menos uma vez na vida.
Seja você mesmo, e viva.
Não tente esconder-se atrás de suas palavras, ou o que diz pensar, ou o que diz dizer, será que é isso mesmo que quer esclarecer.
Essa sou eu mesma, se me escondo?
Sim, por diversas vezes escondi atrás de palavras tentando entender-me, e hoje me expresso através de minhas palavras e tenTo esclarecer, mesmo não entendendo nada...
Solto o verbo por você, que não me lê.

_ Medo!

Sabe aquele ditado: por medo de perder você acaba perdendo?
Pois é: isso se chama ‘medo’, de viver o melhor da vida.
Momentos felizes que poderia eternizar acabaram por nem tentar...
Hoje vem uma interrogação em minha mente, por que não tentei. Sei que não perdi e se disser que sim, mente!
O pior que não foi só uma vez, foi uma, foi duas, e logo mais chega à terceira vez. Foram dois casamentos, um casamento nem cheguei a vê, e acho que seria o mais doloroso, por que fiquei em transe, por não aceitar a perda mesmo sabendo que não tinha perdido.  O outro presenciei, foi lindo e perfeito. Até fiquei imaginado eu ali no lugar. Mas... O pior de tudo é que sei que ainda existe amor, mas não sei como lidar com essa situação. Como disse em um dos meus posts ‘_Tantas’: E não adianta persegui-lo (a), pois o amor de verdade é liberdade!
Acredito na liberdade de amar. Mas não na prisão de viver.
E pergunto: Ilusão é o que você vive, ou o que você quer viver?
Eu digo: ilusão é o que nunca existiu, um engano de sentimentos (sentido ou da mente) que faz com que se tome aparência pela realidade.
 E agora você tem respostas? Você viveu?
Eu te amei de varias formas, descobrir sentimentos que não existiam. Sensações e prazeres, e acabei conhecendo pessoas que fizeram à diferença em meu viver em diferentes estações do ano.
Em diversos cenários, e neles acontecia o imaginário.
Não consigo entender, talvez nem queira mesmo. Por que tenho medo, e assumo.
Sinto muito, mas sinto. Tenho medo de sentir, tenho medo de amar, tenho medo de me entregar, tenho medo de te amar além do eu, e outra vez você me deixar.
Não saberia o que fazer no novo amanhecer. Não saberia explica, se era mesmo uma realidade ou se era só mais um sonho prazeroso de se viver!
Passaram se anos, e fico a perguntar: porque, porque e por quê?
Só sei que no dia seguinte, irei saber o porquê de o novo amanhecer.
Vou tentar responder, vai que não sobreviverei até o amanhecer. Mas saibam que é no horizonte que vejo você.
Por isso vou além, além do meu EU.
‘ Doeu. além / Do.eu.além / Do.meu.além ’

_ A olho nu...

Fico imaginando o que eu posso vê, será que é real ou é imaginário...
Às vezes o que eu vejo você não pode vê, e o que você vê eu não posso enxergar.
Tantas coisas a olho nu, um cenário, um lugar perfeito ou talvez não tão perfeito como quiséssemos. Mas nós enxergamos e não falamos, talvez por medo.
Medo de você achar isso, ou aquilo...
O tal do ‘achismo ’é a visão mais cruel que poderíamos enxergar. Enxergar o real é uma coisa, mas achar que é, é outra coisa e totalmente diferente. E por achar demais não sei se fico imaginando ou se é real.
Se, se, se, se, se...
Se, acho.
Se, tenho medo.
Se, não te vejo.
Se, imagino.
Se, não enxergo por ser cego!
O ‘achismo’ não faz sentido.
Sentido, é o que tenho... Audição, paladar, olfato, tato e visão....
A olho nu, agora olha nos meus olhos e diz: o que você vê?
....

Não vê ne? Sabe por quê? Porque os sentidos são meus, e não seus. Portanto deixe de achar e mude de cenário.
Você pode vê isso e aquilo, e eu posso vê aquilo e isso.
Cuidado uma palavra pode ter vários sentidos, e a mensagem pode ser mal interpretada ou mal entendida.
Mas aqui, você têm todos os direitos reservados.
O direito é seu, e meu também...
A olho nu deu branco, foco, perspectiva, ponto de vista, revelar...
_ Visual...


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

_Tantas...


Tantas coisas pra dizer, tantas coisas dentro de mim.
Não sei por onde começar.
Acho que pelo fim, o fim é sempre doloroso.
nem sempre o fim é um fim. O fim pode ser um recomeço.
O começo de muitas emoções, e descobertas inacreditáveis de sentimentos ocultos que existia e não sabia definir...
Entender só seria perca de tempo, porque enquanto você tentava entender, eu sentia. E enquanto você sentia, eu tentava entender...
Mas depois de tantos por que, não era mais necessário entender.
Entender seria ignorância minha, pois neste vasto mundo existe o infinito de sensações e emoções vividas a cada milésimo, segundo, minuto, hora e uma eternidade para se viver sem pensar no que pode acontecer, com o seu ser, com meu ser, com o ser-emos...
Pois somos todos iguais e pensar no que seremos amanhã seria ignorância do ser humano.
Pois classe social, poder, império, riqueza...
É igual à moral, pobreza, valores (cultura, religião, etnia, SER). 
O ser humano que se torna ignorante do seu próprio merecimento, cada um tem o que merece diante da lei terrena.
Pois leis, normas, condutas, somos nós próprios que fazemos, e nós próprios que caímos em nossas próprias armadilhas.
Vivi, como se não existisse o ontem.
Amei, como se não houvesse o amanhã.
Senti, como se não existisse o hoje.
E aprendi que o amor não se pega, não se apega, e nem tropeça.
Ele simplesmente acontece do nada, e do nada fica, ou do nada se vai...
E não adianta persegui-lo, pois o amor de verdade é liberdade!
Fica o livre arbítrio, fica ou volta.
Vai ou vem. Mas não deixa de querer o bem...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

_ Nem sei

Parada na frente do computador, não sei em que mundo estou.
Só sei que existo!
Não sei quem é essa pessoa que diz ser extremamente critica, pois no fundo tenho medo de minhas próprias criticas.
Já parei diversas vezes para pensar, e depois parei diversas vezes para mudar.
Deparei-me com o mundo aos meus olhos críticos, sem ao menos entender o que se passava no meu vasto mundo.
Tentando entender o ‘por que’ dos ‘porquês’, mas antes de entender o ‘porque’ tenho que achar o além do ‘porque’.
Se eu existo, tenho meu espaço e se tenho meu espaço, tenho um lugar, um tempo, uma forma de expressar.
Portanto acredito na ‘Liberdade responsável’ & ‘Liberdade de escolha’.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Revelação...

Queria-te, quero-te e sempre vou querer...
Só de pensar em você meu corpo grita de prazer,
Prazer em conhecer o desconhecido que sentia prazer.
Um olhar, um gesto, e o silêncio de anos sufocado em olhar descontrolado.
E o pensar que tudo tinha acabado agora acabou de recomeçar o que não queria manifestar.
Só de imaginar o meu no seu e o seu no meu, chego a suspirar!
Suspirei para agüentar, para não entregar a esse amor louco e inevitável de evitar quando se deve entregar.
Deixei, entreguei-me de corpo e alma e coração...
Só então deixei a língua do corpo falar mais alto, e assim logo mais o grito do gozo do seu suor no meu, e essa mistura de calor e frio (calar . frios ) sentimento calado e frio, agora derreteu nas minhas mãos, o que devo fazer?
Balanço geral do coração: tenho medo do desconhecido que já habita em mim.
Medo do silêncio que grita no meu SER. O medo nos faz fazer coisas e estas coisas fazem nos sentir medo. Medo do que existe dentro de nós, esse mesmo medo que existe no silêncio do nosso pensar... Esse silêncio que nos incomoda e não nos deixa raciocinar!
O grito que está entalado em minha garganta é o medo de revelar o prazer em querer e não poder.
Tenho que perder o medo de fazer o que tento querer entender. Mas entender pra quer?  
Fico confusa, e perco-me em meu silêncio profundo. Tenho medo da verdade, tenho medo dos meus sentimentos. Tenho medo de viver, vivo porque sei que existem pessoas como você.
Mas eu não preciso saber.  



domingo, 12 de dezembro de 2010

_ Sonho meu!

Engraçado lembrar como era nossa vida quando a gente era criança.
Faz tempo que estou com essa pergunta: será como que era quando eu era criança? E vendo as atitudes de pais e mães por onde andei encontrei a resposta.
Percebi que o amor materno é tudo, inexplicável, incomparável e pra sempre.
Queria eu ter o colo deles nesse momento, mas a distância impede por algum tempo.
Queria ser a criança que habita em mim, que um dia chorou e gritou ‘liberdade’... Inocente, ingênua e feliz. Hoje estou aqui fazendo o que sempre quis.
Quis entender, mas quis esquecer que um dia sonhei com você!
O sonho é meu e não é seu, tente entender.

(Homo. fobia = medo.)







Equação da Homofobia... Como começar a falar de algo extremamente crítico?
Algo que a sociedade olha com olhos preconceituosos ainda. Como assumir o que realmente somos? Como sair do armário em pleno século XXI? Sendo que a violência contra os Homossexuais está nas ruas e ninguém faz nada!
Por isso o MEDO habita no ser humano. Fazendo passar por um estado psicologicamente emocional e duvidoso.
São perguntas que não querem calar e aqui podem encontrar as respostas... As que um dia eu procurei!


Primeiramente falo como lidar com as próprias diferenças: a negação, a defesa, minimização, aceitação, adaptação, integração...

A negação por não querer aceitar o que somos e chegar a um estado completamente critico que vivenciamos. Por não aceitar e brigar com a gente mesmo querendo mostrar ser o que não é. Pra felicidade de uns e nossa própria infelicidade.



A defesa é mostrar nosso lado pessoal e cultural que existe. Impedindo as criticas com a nossa própria armadura.


A minimização nessa fase é acreditar nas próprias diferenças e que elas podem ajudar a minimizar entre os grupos sociais e culturais. Evitando sermos ignorados e lidando com a verdadeira aceitação da diferença.

A aceitação é o gosto de reconhecer e mostrar o que somos de verdade. Relativamente tolerantes as diferenças pessoais, culturais e sociais. Sentindo confortável em saber que não há nenhuma resposta certa e saber que podem existir melhores respostas para qualquer contexto.

A adaptação é capaz de reconhecer o nosso quadro de referencia e podemos sentir empatia. Somos capazes de fazer escolhas diferentes baseando nas nossas perspectivas. Onde cada um pode mudar e ter sua própria visão a respeito.

A integração onde às vezes pensamos que não pertencemos a nenhum lugar. Sentimento comum nessa fase, conscientizando que as diferenças existem e somos capazes de identificar com grupos e sentir perturbados. Outros adaptam rapidamente a essa fase estabelecendo seus próprios sistemas de valores pessoais servindo de pontes para outros grupos...

Somos escandalizados por ser o que somos, de gostar de pessoas do mesmo sexo. De ter opiniões bastante elevadas, acho que isso incomoda a sociedade.

Porque incomodar-se tanto com o LIVRE-ARBITRIO de cada um? Eis a questão... 
Deus não fala em punir pessoas assim, afinal  isso não é doença. São sentimentos iguais aos de um Homem e uma Mulher. Sentimentos puros, que a sociedade descrimina por si, sem saber que o pecado maior está em persistir.

Enfim fico por aqui, pois esse assunto é muito extenso. E não caberia aqui em uma noite. Isso é discursivo...